Há pessoas que quanto mais aprendem, mais desacreditam na existência de um certo e de um errado. Não é o caso de minha ex-professora de música (e tia também), que nunca deixa de assegurar a existência de coisas boas e coisas ruins na música. Abaixo, uma pequena lista de coisas boas e ruins escrita por mim (minha tia não perderia tempo fazendo pequenas listas):
E isso é para aqueles que riram achando que era brincadeirinha - eu tinha uma colega que ria entre os sofejos e nos intervalos dos exercícios rítmicos:
Playing music can be good for your brain
How Music Affects Your Kids
0 comentários
Pesquisando sobre Repulsion, achei na wikipédia que o clipe Empty (da banda Metric) foi baseado na Polanski’s masterpiece. Mas não foi. O clipe certo é este aqui: Metric - Monster Hospital. Tá corrigido já, de nada, não precisa beijar meus pés tanto assim.
0 comentários
Sonhei que grandes colchetes avançavam em mim, me fazendo gritar: “display: none!; display: none!”
0 comentários
O que queria dizer
Quando era mais novo, disse à minha irmã, para consolá-la, pois estava triste, que “a vida era como um cartão de créditos estragado”. Ela me disse que eu era bobo e que a comparação - que me parecia bem profunda, do alto de meus cinco anos - era uma coisa muito estúpida de se dizer. Nunca mais coloquei “cartão de créditos” e “estragado” no mesmo período, ou sequer no mesmo texto (exceto hoje, é claro).
Mas juro que li hoje - em um livro! numa biblioteca! - uma passagem assim: “A idéia era como um chiclete que fica grudado na sola do sapato”, e outra mais ou menos assim (estou citando de cabeça): “Como um cachorro que confunde faixa amarela com mostarda em salsicha”. Fechei o livro na página doze, mas me senti um pouco alegre por ter notado que havia encontrado um exemplar perfeito para isso aqui que escrevi no último post e, mais ainda, por ter encontrado alguém que é bem mais velho que eu fazendo a mesma coisa que eu fazia aos seis anos: péssimas comparações. E em um livro (risos abafados).
O que devia dizer
Mas, hey, prestatenção, na verdade o que eu devia dizer aqui é que o AOE Blogs mudou alguma coisa, ficou mais bonitinho, aumentou o número de blogs e emporcalhou minha caixa de entradas com uma lista de discussão interminável sobre que cor seria melhor para o objeto fálico que serve de logotipo em nossa comunidade (do lado direito, abaixo da busca). As opções eram verde, rosa e azul-bebê - nem sei que cor é essa, mas pelo nome parece fofa e tal. O verde ganhou, mas Théo (diretor/presidente/déspota esclarecido) é daltônico e colocou o logo vermelho mesmo.
E prum grand finalle textual, meio demorado e talvez chatão, tudo o que eu posso dizer é que com um grupo desses, o máximo que você pode esperar é que nunca poderão ser lidas (em todo o AOE Blogs) comparações de qualquer coisa que seja com “um cartão de créditos estragado” ou com “um chiclete grudado na sola do sapato“. Isso, Frei Betto, chama-se bom senso.
0 comentários
O papel higiênico literário é uma boa idéia que está mal direcionada. Me pergunto que tipo de mente doentia teria coragem de limpar a bunda com Cervantes, ou se algum cristão ousaria manchar as sagradas escrituras de —–.
Sugeriria, fosse um dos brilhantes criadores desta idéia, que não se imprimissem clássicos, mas exemplares de literatura odiável. Ninguém iria ler, mas o produto teria um inquestionável efeito psicológico. Eu mesmo compraria milhares de rolos de má poesia, de má teoria e se tivesse uma versão especial, um pouco mais carinha, classuda etc., que trouxesse impressa frames de filmes ruins, não seria nada mal.
O único risco - e talvez o motivo da versão real dos papéis higiênicos primarem por boa literatura - seria, claro, o de ficar com a bunda mais suja que antes de esfregá-lo.
4 comentários
Vá lá ver meu muxtape enquanto eu tento mudar umas coisinhas por aqui - já é tempo.
0 comentários
E o professor queria me enganar, ele dizia que “o maior concorrente no vestibular é você mesmo”. Ah, por favor. Eu sei quanto peso, sou magro demais para ser meu maior concorrente. Na realidade, posso até chutar qual seria o maior concorrente; é meio demente, já tenta entrar no curso de jornalismo há seis anos mas não consegue (tá, meio demente é eufemismo). O nome é Jorge Pinto Oliveira e é tão encorpado - principalmente lá, na, ér, derrière - que precisa de três cadeiras: uma para apoiar a prova, duas para sentar.
Jorge Pinto Oliveira, esse sim é o maior concorrente.
0 comentários